Lord Erewhon m'ha dedicat un poema : Barcelona B arcelona a febril, ao sol branco, depois Negro, entre os roxos e rubros do oculto Ocaso que desce, a alba de logo Esperando sempre, porque o canto Em terras catalãs é demorado, passar De trovador, navegante e fado. As águas Do mar Mediterrâneo levam, transparências, Algas, ânforas, o grito da Aquitânia Para o búzio de Gibraltar, ressoante, Que para Sagres fala; erguem-se e bailam As gestas, os campanários, os olhos Amendoados das donzelas, exóticos Mas terrenos, na festa sem fim Dos bruxos e dos santos, casa, pão, Papiro dos lustrais figos da obra, Palmares do céu e raízes dos poços. Ibéria, Catalunha, planície e cume; Nenhures e aqui – do chão agrado algum Amou mais os poetas, os doidos, os errantes. La meva versió: Barcelona B arcelona l'ardorosa, al sol blanc, després Negre, entre els morats i els vermells d'allò ocult Capvespre que davalla, l'albada ulterior Sempre esperant, perquè el cant En terres catalanes és tran...